esclarecimentos

Agosto 26, 2007 - Leave a Response

_O serviço do wordpress anda instável. Não publica todas as fotos que envio, dá pau nos textos que colo do word, demora pra conectar. Com a ajuda da Cici, estou colocando as fotos que tiro lá no flckr. Uma ou outra será publicada aqui para ilustrar algum texto.

_Neste sábado, 25 de agosto, unimos nossos corações e oferecemos nosso carinho para a Ana Paula e sua família, protestando contra este crime bárbaro que foi cometido contra todos nós. Não dá pra ficar em silêncio, acreditando que este tipo de bestialidade está longe da gente, nas páginas da Tribuna, ou com pessoas que desconhecemos. Somos interdependentes. Talvez não consigamos, em alguns momentos, perceber o quanto precisamos uns dos outros, em vários níveis de relacionamento que criamos ou vivemos todos os dias. Mas o que te afeta pode me afetar também, de muitas maneiras que não consiguimos imaginar.

_Se pudermos gritar, mostrar nossa indignação, ainda que por alguns momentos, estaremos dando um sinal de que não podemos mais aceitar o atual estado das coisas. Ano que vem as eleições municipais estarão na pauta do dia, e as mesmas mentiras serão contadas novamente, para transformar um ato cívico da democracia num exercício inútil de escolher o “menos pior” desta corja de políticos especializados em prejudicar a vida dos cidadãos. Mas a mudança nunca é tarde. Dá pra falar a cada um deles que chega destas mentiras. Precisamos de uma nova atitude de mudança.

Agosto 26, 2007 - Leave a Response

_Existe um grito. Está preso em nossos corações. Existe uma dor. Escondida em nossas almas. Existe uma grande indignação. Porque vivemos com medo o tempo todo e não podemos mais viver livres. Quando perdemos nossa liberdade, precisamos encontrá-la e reavê-la urgentemente. Quando perdemos alguém especial em nossas vidas, precisamos mantê-la em nossos corações para sempre.

 
_Até quando iremos aceitar que outros nos roubem os sonhos? Até quando aceitaremos que nossa voz seja calada com a dor da perda? Se hoje não pudermos reagir e gritar para libertar nossos corações das angústias e dúvidas que nos oprimem, quando seremos livres para contemplar a vida?

 
_Até quando iremos esperar, quando podemos agir a favor do nosso destino? Até quando suportaremos desmandos, cinismos e mentiras quando pagamos nossos impostos e exigimos somente a aplicação deles para nosso bem-estar e na formação de professores, médicos e policiais? Vamos esperar até que “alguém-faça-alguma-coisa”, enquanto permitimos que nos roubem tudo, até a esperança? Até quando suportaremos que nos contem apenas uma parte da verdade? Quando nós deixamos que outros digam o que precisamos fazer?

 
_Precisamos agir. Precisamos deixar de lado somente a indignação e partir para a ação. Como? Iremos descobrir meios. Vamos pensar, enquanto pudermos, em outras saídas para o atual estado desolador em que nossa sociedade está mergulhada, onde se acreditar que ter é o melhor do que ser.

eeeeeeeeeeeeeeeeeee

Agosto 23, 2007 - Leave a Response

_…voltamos após a restauração dos serviços usuais deste sistema…

_Tem toneladas de fotos no flickr de uma pequena festa da turma B; tem toneladas de trabalhos pra fazer também…; as aulas de Filosofia do Haroldo tem aberto as cabeças de muita gente…; as listas dos mais-mais  da sala andam fazendo fama [e este testo tá muito "revista Caras" pro meu gosto...].

_Só pra repassar e manter a velha tradição:

• Para o dia 27/08: arame de cobre 1 1/2, alicates de corte e dobra, chapa de mdf 30×30cm, perfis do desenho do crânio perfeito numa folha milimetrada, na escala 1:1;

• Adianta falar que ainda metade da turma não pegou ainda a xerox pra hoje da aula de Filosofia [teoria da caverna de Platão]?

• 6 desenhos técnicos para o dia 29?

• E a apresentação dos trabalhos de Metodologia para amanhã, sexta 24?

• Tem ainda o diagrama para colorir da aula de sábado da professora, ops…

_Mais tarde, links e outras fotos.

Agosto 14, 2007 - Leave a Response

…que pusta dor de dente!

_Demoramos pra fazer isto, e quando fizemos foi muito divertido!

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back to school

Julho 31, 2007 - Leave a Response

_Após 45 dias de férias, estamos de sala e períodos novos. Os rostos amigos, sorridentes. Um frio de rachar. Enquanto olhamos os novos horários e percebemos que certas coisas ainda não mudaram, as conversas são animadas sobre as férias, sobre os namoricos e ficadinhas de costume. Alguns anéis de compromisso surgiram, outros estão escondidos, assim como a falta de algumas figuras mais legais da sala porque trancaram o curso, ou tomaram outros rumos.

_A sala causa estranheza, mesmo com o Ingo nos explicando coisas novas como o desenho do corpo humano, da importância de desenhar a figura craniana, e como ela vai nos auxiliar na disciplina de Projeto. Compreender a ergonomia no desenho para construção de objetos usáveis. Destacou a necessidade de descobrir e trabalhar os principais talentos que existe em cada um, e esforçar no sentido de buscar uma excelência que nos destaque nos trabalhos acadêmicos e a posterior no mercado de trabalho.

 …tudo novo.

_Lamentou a falta de alguns alunos [tive o cuidado de contar a chamada que estava rodando na sala, e estávamos em 39], lembrando também que a peneira das dificuldades é muito natural neste processo. Iniciamos um desenho sobre rosto, e me lembrei das inúmeras lições que tenho em livros e revistas, e da impossibilidade de consulta-las justamente porque estão em papel. Mesmo que fossem arquivos digitais, não me sentiria à vontade usando um computador para consultar seu conteúdo. Vale a memórias e as dicas que o Ingo nos passou na sala, mais importantes e essenciais do que os livros.

_Claro que ninguém gostou das aulas de sábado…apesar de iniciar somente às 10h20. É uma disciplina muito interessante sobre Teoria das Cores.

_Particularmente, rever a turma me deixou muito feliz. Senti falta do burburinho que todos fazem ao falar ao mesmo tempo. Senti falta das piadinhas, das conversinhas que rolam nos cantos dos grupos já formados. Interessante este vínculo silencioso que compartilhamos, deste compromisso dos trabalhos, dos prazos apertados e do futuro que imaginamos construir a cada nova aula, mesmo as mais chatas que nos esperam.

maqueteiros

Junho 18, 2007 - Leave a Response

_Por mais que não gostemos, planejar o que se pretende fazer deveria ser a primeira tarefa a ser feita. Nada de reuniões de reuniões, onde todos falam e ninguém escuta e principalmente ninguém toma notas das idéias e soluções apresentadas. Percebe-se que um simples check-list, elegendo-se o que precisa ser feito para dividir as tarefas, comprar materiais necessários para a execução desta tarefa, revisões do andamento do trabalho para verificar fechamento de prazos, lidar com imprevistos, etc, seria essencial. O projeto que foi solicitado pelos professores de Metodologia era complexo. Envolvia atender os requisitos do concurso da Masisa sobre seus produtos MDF, OSB e Melamina para criar uma solução de móvel para residências de baixa renda.

_E tivemos 4 semanas entre conceituação do problema e execução de soluções. Poucas equipes conseguiram terminar seus projetos no prazo. E ninguém apresentou fora da data estipulada. Mas no dia da apresentação, minha equipe estava na maquetaria tentando corrigir problemas estruturais, colando, lixando e furando e recolando poliestireno e papéis de várias cores e gramaturas para a planta destes projetos em duas pranchas A3. Serviu de excelente experiência para revermos o jeito de trabalhar. Prazo longo forever…

_Particularmente, todos os trabalhos apresentados atingiram o objetivo. Mas o Ericson comparou com o trabalho do chinelo, e achou-o menos interessante. Ficou no ar uma frustração, um murmúrio de insatisfação pelo volume de tarefas que foi desempenhado neste projeto. Mas o empenho em si não pode ser considerado valoroso, por compor apenas uma parte de um todo. Veremos agora quais projetos serão indicados para participar do concurso da Masisa, e torcer por sua vitória.

_Aprendemos, entre outras coisas, a importância de fixar bem o conceito de qualquer trabalho. Deifinir exatamente o que ele significa em cada detalhe. Se escolhemos determinada matéria-prima, precisamos saber quanto de peso ela suporta, qual seu custo por m², tipo de acabamento que pode receber, peso final do objeto a ser construído, sua relação com o usuário, etc. Muitas destas definições ainda aprenderemos nas próximas disciplinas do curso, e até por esta experiência, devermos valorizar ainda mais estes conceitos.

_Seguem as fotos:

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Frida Kahlo

_Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón nasceu a 6 de julho de 1907, filha de um fotógrafo que trabalhava para o governo, Gillermo Kahlo, e de uma mãe que considerava “fria” e “cruel”, Matilde Calderón. Seu nome, Frida, remete diretamente à herança do pai, um judeu alemão que, apesar dos pesares, contraiu matrimônio com uma católica fervorosa. Uma vida de dores causada pelas sequelas de uma poliomielite na infância, agravada por um acidente de ônibus aos 18 anos, que partiu sua coluna, e o amor obsessivo por Diego Rivera, pintor muralista mexicano de forte conotação comunista. Sua arte é um retrato fiel e ao mesmo tempo realista de sua visão pragmática da vida. Seus auto-retratos são de uma crueza inigualável que transbordava de seu corpo partido, de sua solidão, tentando recompor sua imagem.

_Temos que apresentar um breve resumo sobre o filme que assistimos sobre a vida de Frida Kahlo, para finalizar a disciplina de Criatividade. Eu já o assisti anos atrás, e sua presença personificada na bela Salma Hayek, e as atuações competentes de Alfred Molina como Diego Rivera e Geofrey Rush como Leon Trostky apenas demonstram a importância da artista e sua presença no cenário na história da arte moderna. Ao completar 100 anos de seu nascimento no próximo 19 de julho, conhecer a vida e um pouco da obra de Frida serve de inspiração num momento onde tudo é descartável.

 Portfolio

_Dedico boa parte do meu dia trabalhando com comunicação visual. Layouts para banners, fachadas, adesivação de ambientes e de veículos. Este, aliás, é um dos trabalhos diferentes que aprendi. Adesivar um veículo é um projeto de médio prazo, por mais pressa que um cliente tenha para ver seu veículo pronto, algumas etapas do do trabalho não podem ser feitas na correria. Dependendo do modelo, são horas ajustando o layout às formas do veículo, pensando nos detlahes que não devem ser cortados pelos vincos e abertuas de portas e vidros. Medir um carro é uma das etapas complicada, porque geralmente surgem diversas dúvidas quanto a estes detalhes. Mesmo após os ajustes de cores, design e revisão do cliente, a etapa de impressão e aplicação gera mais problemas, porque o adesivador não segue algumas diretrizes básicas do projeto, comprometendo o resultado final. Mas tem sido gratificante depois de pronto entregar o veículo ao cliente e perceber que o investimento valeu a pena.

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Maio 24, 2007 - Leave a Response

_Tivemos uma excelente seminário na sexta passada [18.mai] sobre design de produto e as perspectivas sobre este mercado. Tudo bem que era sobre a Electrolux — o que se imagina ser impossível trabalhar lá —, mas algo próximo de cada aluno, porque além de talento o essencial é assumir uma postura coerente e responsável com cada trabalho que se faz na faculdade.

_Aprendemos na prática como é importante defender seus argumentos ao criar um novo produto ou apresentar uma simples proposta para modificar um projeto. O uso de uma retórica competente, fortemente embasada em pesquisa e nos seus resultados, além do conhecimento sobre a matéria-prima, o mercado e seu público-alvo, se faz importante na rotina de qualquer profissional. Como existem inúmeras possibilidades para cada decisão tomada, é preciso fiar-se na linha geral definida com o grupo de trabalho e defendê-la até o fim. Surgindo uma nova idéia ou uma solução mais inteligente, é preciso refletir seu impacto no timeline do projeto e seus verdadeiros benefícios. E a aula foi até uma surpresa, por ser geralmente entendiante.

…futuro do pretérito perfeito

Maio 13, 2007 - 2 Responses

_Impossível não pensar nos objetos que deveremos criar neste curso de design de produto, e nas possibilidades que deverão ser construídas. Impossível não pensar em ética quando alguém te pedir para “criar” algo a partir de outro já produzido, porque este cliente deseja o mesmo nicho de mercado que aquele já ocupa. Predar o pronto em função do lucro fácil. Impossível não pensar nas implicações éticas de produzir cópias porque o “cliente” não investe em pesquisa e desenvolvimento. Impossível não pensar que podemos criar mais objetos supostamente úteis para uma sociedade que consome sem pensar nas consequências do ato em si e no impacto do lixo resultante no meio ambiente. Impossível não pensar na falta de dados concretos para fundamentar seu trabalho, e quando os encontra, pensar que podem ser falsos ou vinculados a interesses secundários. Existem outras impossibilidades que devemos pensar de agora em diante.

_Interessante pensar que além de compreender e assimilar história da arte, aspectos físicos e psicológicos das cores, como funciona o mecanismo da criatividade, achar a maldita vg e a mediatriz para determindar o ângulo do triângulo de trocentos lados na vista de perfil do triedro, temos que acompanhar os movimentos do mercado industrial e financeiro, para entender os rumos do consumidor e as tendências que estão sendo criadas. Isto para quem se interessa o mínimo pela futura carreira, que se constrói desde o ato de inscrição na universidade. Fora tentar chegar nas gurias mais lindas da sala…

_Falando nisto, como tem gente que sabe sair pela tangente…

overload

Maio 13, 2007 - One Response

_Tem maquete de um trabalho de Metodologia sobre um móvel inovador para moradias de baixa renda. Se o projeto for interessante, os professores podem inscrevê-lo no concurso da Masisa. • Tem também uma apresentação sobre moda/design, e os livros de referência, juntos, dão mais de 400 páginas… • Ops, 2ª chamada de uma prova de Geometria Descritiva nesta segunda 15 de maio. • John Locke e sua influência no processo de conhecimento. • Tem mais? Dois projetos de carros para adesivação no trabalho no mundo real. • E tem gente reclamando do representante que não organiza festas para integrar a galera da sala. • E pesquisando sobre furniture/mock-ups, a gente acha isso. • Depois tem mais…

Venom

Abril 23, 2007 - One Response

O terceiro filme do Homem-Aranha traz dois novos vilões, mas apenas um tem sido mais destacado. Ainda não sei se o chamarão pelo mesmo nome dos quadrinhos, mas Venom é um dos vilões do Aranha que mais chamaram a atenção no final dos anos 80 e início dos 90 para as histórias do aracnídeo.

o original e a adaptação

Este filme foca o conflito entre o herói e seu alter-ego. Apresenta 3 vilões, sendo eles o filho de Norman Osborn e seu legado como Duende Verde; Homem-Areia e o simbionte alienígena. Tem outras coisas escondidas, como os outros dois filmes anteriores. Por exemplo, o professor de Biologia que não possui o braço direito, é o vilão Lagarto nos quadrinhos. E qual será o papel de um loira chamada Gwen Stacy, que nos quadrinhos foi a primeira namorada de Peter Parker?

 

Mas vamos ao Venom. Publicada em dezembro de 84 nos EUA, as Guerras Secretas. Um pouco forçada sob alguns aspectos, mas isto é para outra ocasião, foi neste evento que o Aranha teve seu primeiro contato com o uniforme negro. Precisando de outro uniforme para preservar sua identidade, o Aranha descobre um equipamento que libera uma pequena esfera negra, que rapidamente torna-se líquida e recobre o corpo do herói. Transformando-se em qualquer roupa que ele desejasse e com um estoque infinito de teias, Peter Parker usa o uniforme no restante das Guerras Secretas e retorna para a Terra com a novidade.

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Sentindo-se cada vez mais cansado, Peter descobre que o uniforme é um sensiente, um simbionte alienígena que se alimenta de adrenalina, e que controlava seu corpo enquanto ele dormia. Com a ajuda do Quarteto Fantástico, descobre que o simbionte é sensível ao som e consegue livrar-se do uniforme. Mas ainda o simbionte consegue fugir e persegue o Aranha até uma igreja, objetivando uma siombiose permanente com o hospedeiro. Ao fim da luta, cansado e rejeitado pelo Aranha, o uniforme une-se a um jornalista que estava na igreja, Eddie Brock.

 

Nos quadrinhos, a história de Eddie Brock e Homem-Aranha se cruzam um pouco antes destes eventos da saga do uniforme negro. Jornalista no concorrente Daily Globe, Eddie Brock ficou famoso ao publicar a identidade de um assassino conhecido por Devorador de Pecados. Mais tarde, o Aranha descobre a verdadeira identidade do vilão, porque o mesmo havia assassinado a capitã de polícia Jean DeWollff. Principal fonte e auxílio do Aranha no combate ao crime, e conhecida pela beleza e competência, a morte da capitã teve um forte impacto em Nova York. A descoberta da identidade levara Eddie Brock ao estrelato no jornalismo, e sua conseqüente farsa o levou ao fundo do poço, sendo demitido e tendo seu já conturbado relacionamento com seu pai ao fracasso total.

 

Odiando o Aranha, nesta conturbada relação de motivos fúteis e sem cabimento que só os roteiristas de quadrinhos conseguem criar, resolveu cometer o maior pecado que um católico pode fazer, o suicídio. Ao ir em uma igreja para pedir perdão [e justamente aquela onde o Aranha tentava se livrar do simbionte usando os sons dos sinos], Eddie Brock e o simbionte, unidos, podem executar suas vinganças.

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Ao surgir no Amazing Spider-Man 299, em março de 88, a figura do Venom intimidava. Com o físico de halterofilista de Eddie Brock ampliados pelos poderes simbióticos do alienígena, suas mentes distorcidas por um senso de justiça e vingança desmedidos incentivavam as maiores surras no Aranha, além de incomodar parentes e amigos, pois o simbionte conhecia a identidade de todos os conhecidos de Peter Parker.

 

A trajetória de Venom nos quadrinhos foi confusa. Orientados apenas pelos gráficos de vendas, diversos roteiristas/desenhistas criaram histórias fracas, ou crossovers esquisitos, como o Venom brigando com o Wolverine, servindo de agente secreto do governo americano,rias fracas, ou crossovers esquisitos, como o Venom brigando com o Wolverine, servindo de agente secreto do governo americanocr ou tentando ser um herói melhor do que o Aranha. Foi clonado, surgindo outro vilão chamado Carnificina, e até a ex-esposa de Brock “vestiu” o simbionte, mas traumatizada pela experiência, acabou se atirando de uma janela, devido às memórias que o simbionte compartilhou com ela sobre Eddie Brock.

 

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Os fãs sempre gostaram do uniforme negro. Fruto de mais uma jogada de marketing [onde heróis morrem e ressuscitam, trocam de uniformes, ganham outros poderes ou perdem os originais, etc], trouxe para os quadrinhos do Aranha um tipo de leitor acostumado com um visual mais dark e violento. Tanto que no auge da fama, o Aranha desenhado por Todd McFarlane vendeu 1 milhão de exemplares, em 1988, uma vendagem até hoje recorde.

 

Como produto, o Aranha dos cinemas tem origens, vilões e outros detalhes recontados para facilitar a compreensão da audiência e alavancar milhares de dólares pelo mundo afora. Uniforme é diferente, as teias são orgânicas, etc. Como fã, estou num dilema, porque a fama que o herói merece até como mito histórico na imaginação, está fundamentada mais na aparência que o cinema popularizou do que nas histórias publicadas nos últimos 35 anos. Não são todas bem escritas, existem coisas medonhas que ninguém gosta, mas outras nem deveriam ser tocadas. Mas isto é assunto para outro dia…