na correria…

março 17, 2008 - Uma resposta

…dos trabalhos de Prática Projetual, eis com certo atraso as fotos para outra disciplina:/

03132008107.jpg

031320081051.jpg

Anúncios

primeira quinzena

março 6, 2008 - Leave a Response

_Depois dos tradicionais reencontros no começo do ano letivo, a rotina das aulas recomeça a todo o vapor, com novas disciplinas na grade, dependências geométricas para resolver. Odeio este papel de simples observador da história. Não sei quando isto aconteceu, talvez conheça seus motivos, mas não consigo deixar a terceira pessoa do singular de lado. Estou nos cantos da sala, voltado para o restante dela, observando cada um dos outros 35 rostos que conheço, alguns bem, outros nem tanto. Uns poucos que não me toleram e tentam esconder em vão, por sorte minha. Daqueles que me oferecem privilégio de compartilhar um pouco de suas vidas, fico grato pela confiança. Voltar as aulas foi a melhor coisa que fiz ultimamente. 

 _Este ano tem Fatores Humanos, alegoria para ergonomia e a arte de fazer coisas parecerem confortáveis. Tem mais desenho à mão livre, meu segundo defeito como designer. Temos aulas de Ética [como é difícil discutir isto numa época em que as pessoas gostam de aparentar o que não são…], Composição das 10 às 12 do sábado, chovendo ou frio, quente ou seco. CAD para comprovar a geometria descritiva e pôr à prova meu primeiro defeito como designer. Temos uma turma reduzida este semestre, mais coesa por conta da convivência. Alguns colegas estão sozinhos, à procura ainda de novas companhias, enquanto outros já estão consolidados. Tem gente nova, de outros horários ou de outras universidades. Na sexta, a disciplina mais divertida nos coloca à frente de materiais que são apenas pensados.

 _Não posso deixar de questionar se o curso vai atender algumas expectativas. Design de produto sempre foi visto como perfumaria para um empresariado que está acostumado a lucros sem investimentos. Porém, percebe-se que vivemos em design de produto o que a publicidade viveu há 20 anos, quando descobriram que anunciar amplia os resultados, quando devidamente pensada e criada para este fim. Sem um bom design, e em seus vários níveis de aplicação, produtos de uma mesma categoria podem se destacar no ponto de venda, entre outros fatores secundários que geram resultado de vendas, porque oferecem ao consumidor a tal “experiência” que tanto se fala no mercado. Sinto, em alguns momentos, a ausência da indústria na universidade, aliando necessidade à uma série de teorias que acabam se descolando da realidade.

more things

fevereiro 12, 2008 - Leave a Response

…não é coincidência voltar a escrever faltando uma semana para o 3° período do 2° ano da universidade. Férias forçadas mesmo. Emprego novo, muito diferente do anterior, exigiu um recolhimento, um planejamento de carreira e de atitude que ainda não terminou. Está na hora de novos rumos, outra forma de ver, fazer, entender e de realizar. Não dá pra mudar pra ficar sendo o mesmo, em muitos sentidos.Algumas mudanças foram fáceis, outras ainda levarão um certo tempo, mas a mudança é essencial para atingir as metas estabelecidas. E conseguir ajustar as velas quando as coisas saírem de um jeito diferente.

…aproveitei a oportunidade para dar um pulo no campus, rever amigos e o clima de primeiro dia. A cara dos calouros é impagável. Mas acredite, não vou dar trote em ninguém.

…sempre sobra um tempinho pra não fazer nada. Então fui assistir, com certa expectativa, a Cloverfield, novo filme do já aclamado J.J. Abrams, criador da série Lost, Alias, roteirizou Missão Impossível III e há alguns anos, escreveu Armageddon. É um tipo diferente de filme, que pode causar estranheza para a maioria que espera filmes certinhos [introdução que explica tudo, mocinhos e bandidos, um herói fodão e um final bombático e/ou feliz]. Se vai ver o filme, deixe-se surpreender com a narrativa em primeira pessoa, a câmera trêmula e sustos bem produzidos. Sim, porque apesar do jeitão “YouTube”, é um exemplo do que pode ser feito com poucos recursos e muita inteligência criativa. E o monstro é um dos mais assustadores que já vi, e olha que ele não anda sozinho.

…Trote. Eis um assunto delicado no meio acadêmico. Tem gente que gosta, principalmente de aplicar nos calouros. Geralmente servem para constrager, impor o ridículo, vexatório, degradante. Outros acreditam que faz parte da cultura universitária, sempre divertida, um rito de passagem. O que mais falta, falando nisto, é inteligência na hora do trote. Herança militar, o trote é um tipo de passo diagonal, no qual as quatro patas do cavalo se movem par a par, uma anterior com a respectiva posterior oposta. Exige técnica e perícia do cavaleiro. Também veio com as caravelas de Portugal fugidas de Napoleão.Um ritual de iniciação do novo aluno ao mundo da universidade, à vida adulta, aplicadas na Universidade de Coimbra no século XVIII. Alguns calouros gostam do trote, sentindo-se aceitos pelos demais alunos, os veteranos. Mas suas práticas geralmente vão contra o caráter humanista das instituições. De qualquer forma, perdendo um pouco mais de tempo pensando nisto, percebe-se nesta prática um pouco do espírito que move o país, de obter vantagens através da pressão de grupos cujos interesses ferem os da maioria. O clima incivilizado ao qual se fomenta o trote passa longe do seu objetivo de dar boas-vindas aos novos integrantes. Porque antes de tornarem-se futuros concorrentes no mercado profissional, aprendem que o uso do constrangimento e de tarefas humilhantes está fundamentado como ideal de sobrevivência.

feliz ano novo

fevereiro 11, 2008 - Leave a Response

…odeio estes tipos de clichês bem brasileiros que proclamam que o ano novo só começa depois do carnaval. Podemos mudar? A ano novo só começa depois do carnaval em anos bissextos, ou de acordo com cálculos malucos da igraja católica quanto à posição da lua para iniciar a contagem da páscoa. Pronto, já não é mais clichê. Então Feliz Ano Novo!

…se alguém viu a reportagem da tv Bandeirantes sobre o assunto, no último dia 7 de fevereiro, e acompanhou em alguns cadernos de economia a burrada que a Volkswagen fez com um simples puxador do banco traseiro que decepou os dedos de 8 de seus clientes, pode perceber em uma análise mais cruel o quanto o consumidor brasileiro é considerado de segunda categoria. Pois o mesmíssimo modelo é exportado para a Europa, com alguns detalhes estéticos na grade dianteira, estofamentos, motorização, rodas e acabamento de primeiro mundo, incluso ainda um puxador de plástico para o rebater o banco traseiro, enquanto a versão tupiniquim vem sem este aparato. Dá o que pensar sobre o papel do designer na linha de produção, sempre acusado de ser detalhista demais e não privilegia o sistema prático que reduz custos, entre outras acusações ou enganhos quanto à sua atuação.

Charneira 2007 parte II

novembro 2, 2007 - Leave a Response

_Seragini destacou a importância do designer ser um otimista. Precisa encontrar uma solução inteligente e sensata para a empresa vender mais. E esta venda está na inovação que o produto oferece. Recomendou outra leitura inspiradora, de Tom Kelley A Arte da Inovação, porque quando foi lançado era tido como uma receita de sucesso para os departamentos de venda das empresas, mas sob outra leitura possui um impacto maior no departamento de design e para os estudantes de design, para entenderem a importância que os objetos têm na vida das pessoas.

_Citou alguns cases de empresas que transformaram o design em foco de seus negócios. A Procter & Gamble, nos anos 80, inventa a gerência de marketing e alavancou suas vendas em mais de 30% nos anos seguintes. Há alguns anos, criou um departamento de estratégia, inovação e design, comandado por Claudia Kotchka e a pela filosofia de Open Innovation: 50% das idéias são compradas prontas, que podem ser usadas a qualquer momento.

_Como outro exemplo, destacou as 3 últimas empresas do ano escolhidas pela revista Bussiness Week. Apple, Google e Toyota destacam-se no mercado justamente pelo valor de suas idéias e as soluções de aplicação. O case iPhone é outra menção indispensável, justamente por seu impacto em um mercado já repleto de inovações tecnológicas, mas nunca antes reunidas em um produto com uma interface diferenciada aliada a um serviço de compra e venda de música e vídeos online já consagrado. No caso do Google, perguntou a todos na platéia o que eles fabricam…

_Finalizando sua palestra, até porque a direção do evento deu um gelo na agradável apresentação que ainda estava pela metade, Lincoln Seragini destacou a presença do design nas empresas como diferencial da marca+design+inovação como novo modelo de gestão, em um processo de criar idéias de valor e saber implementá-las com sucesso.

 

_Após o intervalo, tivemos a grata surpresa do grupo, coletivo, combo Visorama. Todas estes nomes sugerem que não são uma empresa comum, moldada nos moldes tradicionais. São responsáveis por vários videoclipes do projeto da Claro de novas bandas, curtas de cinema, outros vídeos que eles não tiveram coragem de trazer e um bem interessante do grupo Ira. Aliás, rendeu uma história bem interessante sobre o Nazi.

_Levantaram a questão clássica do design brasileiro: pra ser designer, precisa ter diploma universitário? Talento não se cria na faculdade, ou você tem ou pode tentar aprender. Mas deixaram uma lição interessante ao indicar que o valor do convívio com outras pessoas abrem muitas oportunidades, tanto de idéias, pessoas e permite descobrir com quem você pode e precisa se relacionar, citando como exemplo as parcerias de trabalho que originaram o grupo Elesbão e Haroldinho, ícones do engajamento do design no meio dos anos 90.

_Surpreenderam a platéia com um reel dos trabalhos apresentados, numa linguagem visual instigante aliada a uma edição rápida e bem inteligente, rodando num iBook turbinado. Exigiram dos estudantes o domínio de um universo visual, aprender a enxergar coisas diferentes nas mesmas coisas de sempre, para criar referências que servem de base em pesquisas e rascunhos dos trabalhos. E falando nele, a maioria dos trabalhos que surgem no coletivo nem sempre permitem a criação livre e nem são respostas criativas. Exigem uma postura mais pragmática, porque não dá pra pintar uma Guernica antes de fazer vários rascunhos, adicionada de muito exercício criativo mais a vivência dos problemas envolvidos com uma grande dose de dedicação.

_Um conceito bem objetivo deve ser fixado com o cliente, antes de trabalhar com o aspecto visual do trabalho. Relataram os diversos problemas encontrados no relacionamento com agências de propaganda, com verbas limitadas e idéias pré-concebidas ou copiadas de anuários de criação. Indicaram uma postura de designer 24 horas por dia, porque você não sabe quando uma boa idéia irá surgir, vivendo uma paranóia saudável na busca das melhores respostas.

_No trabalho da Visorama, aprenderam a tirar vantagens das limitações de verba ou de recursos para executar orçamentos sem base alguma de referência, com prazos malucos e incertezas de briefing mal captados. Perder a vergonha e perguntar sempre. Buscar incessantemente novos referenciais. E se um trabalho exige algo que você não sabe, precisa encontrar alguém que saiba fazer. E se o trabalho não te diverte, procure outra coisa pra fazer.

_O Visorama apresentou então um apanhado dos principais trabalhos, repletos de dificuldades que exigiram soluções que nem sempre estavam na tecnologia digital, mas em soluções tradicionais aliadas às ferramentas disponíveis.

_Neste primeiro dia de Charneira, um trabalho acadêmico dos alunos do 7º período, percebe-se a importância de trazer ao ambiente universitário novas idéias de como aplicar alguma coisa do conteúdo das disciplinas na realidade do mercado. Ao adotar uma postura mais crítica, no sentido de perguntar antes de tentar responder qualquer coisa e praticar este exercício à exaustão até que a resposta atenda à expectativa, cada trabalho exigidos pelos professores não deve ser feito somente visando uma nota. As amizades servem para ampliar esta busca, e firmar até possíveis parcerias em trabalhos dentro e fora da academia. Além de fortalecer as certezas de ter escolhido um caminho interessante de realização pessoal.

Na sequência, um resumo dos outros dias de palestras da Charneira. E para afinar um pouco o inglês, a Business Week traz uma reportagem sobre o World Design Congress, realizado em outubro.

Charneira 2007

outubro 24, 2007 - Leave a Response

_Daqui a pouco, um breve resumo das palestras assistidas e principalmente das idéias ventiladas na Charneira 2007, da PUC. Interessante quando a gente ouve as mesmas coisas de outro jeito, apresentadas de uma forma que nos obriga a rever muitos conceitos e atitudes. Na terça, no audiório da Biblioteca, deixaram até um manifesto anti-design, chamando os estudantes de design de preguiçosos…Vai causar necessária polêmica para que mudemos a postura e sejamos mais proativos, questionadores, chatos até na busca de outras saídas para o exercício da profissão. Esta, aliás, começa antes de qualquer diploma, quando os detalhes de qualquer trabalho acadêmico deve refletir que vivenciamos design o tempo todo, em sua amplitude.


Charneira 2007 – 22 de outubro

_Escolhi a palestra que considerei mais interessante para o primeiro dia da Charneira. Lincoln Seragini construiu uma parte da iconografia brasileira do design há mais de 40 anos. Em sua palestra, em tom muito pessoal, esclareceu a importância da gestão criativa do design com estratégia de negócios. O designer precisa liderar os processos de inovação nas empresas. Precisa ser capaz de explicar o impossível, através de novos saberes e da interdisciplinariedade. Deixou a questão da origem das idéias de hoje no ar, para que os estudantes busquem esta resposta todos os dias. De forma precisa, cobra das empresas mais pesquisa em design.

_Foi conciso ao citar a palava da moda: experiência de marca. Quando o produto responde à expectativa do cliente em vivenciar os valores da marca desejada. Se no passado a propaganda era a lma do negócio, inventou a troca para o design é a alma do negócio, pois todos hoje tem acesso à mesma tecnoloogia. Para deixar claro que o hype não era à toa, citou o case iPhone, da Apple. Um produto que não foi anunciado nas mídias tradicionais, mas que chamou a atenção de vários meios de comunicação, e marca uma nova era de vínculo da marca com o design e o desejo do cliente por algo que ele não sabia precisar. A Apple não inventou nada de novo com o iPhone. Reuniu de maneira inteligente usando o design para construir um produto revolucionário com as idéias que todo mundo tem acesso.

_O enfoque da inovação deve privilegiar o consumidor, e o design é este agente. Como exemplo, apresentou vários cases da Ideo. Utilizando novas ferramentas de observação e brainstorming aplicadas à construção de protótipos, a Ideo trouxe ao mercado outras respostas que ampliaram sua metodologia de pesquisa, e elevaram os produtos criados dentro desta nova forma à campeões de venda em seus mercados.

_Puxando a orelha dos designers, levantou o problema da primeira geração de alunos formados pela Escola Superior de Deseno Industrial, na década de 60. Lotados de idéias maravilhosas, os recém formados designers de produto não sabiam que o design precisa ajudar a empresa a vencer no mercado. Segundo Seragini, esta geração atrasou o desenvolvimento do design no Brasil em uma década…

_As faculdades de design formam 48 mil alunos todos os anos. Mesmo assim, ainda existe mercado para todos e muito mais, desde que o trabalho seja bem feito. O designer precisa aprender a observar, e precisa aprender a fazer protótipos para que o cliente visualize sua idéia. A criação de valor para o produto nasce da união da marca com um design original, porque é através da do design que a marca é percebida pelo consumidor. Quem divulga a história da marca é a publicidade, ao destacar o design como diferencial do produto. Citou dois livros como referência obrigatória: As 10 Faces da Inovação e a Arte da Inovação.

_Lembrou da China ao destacar uma notícia de que o país vai criar cerca de 500 cursos de design. Porque se antes o país copiava o que o mundo fazia e vendia mais barato, agora dedica-se a criar uma marca China. Se está investindo na formação de designer, pretende então ser fonte de inovação.

_Na sequência, mais idéias do mestre Seragini, seguida do coito interrompido pelo passar das horas, e a estupefação causada pelos cariocas da Visorama Diversões Eletrônicas [não, não é a rede de lojas que vende óculos em Curitiba, como foi questionado por alguns estudantes…]

Missão Dada é Missão Cumprida

outubro 21, 2007 - Leave a Response

_um fenômeno social, eis o impacto do filme Tropa de Elite. Quando é preciso contar a verdade, alguns autores usam do recurso da ficção para relatar a História. Basta juntar os pedaços que a imprensa relata, analisar alguns números e você percebe que tudo ali é verdade. A polícia corrupta x alguns policiais honestos. A parcela de culpa da sociedade e sua responsabilidade com a violência e o tráfico de drogas, e como fatos isolados na verdade estão conectados e afetam a vida de todos. Em si, um filme tecnicamente lúcido, com uma narrativa perfeita e inteligente conduzida por José Padilha e, claro, expressões que caem no gosto popular e viram piada, como a história do saco, “pega a doze”, e chamar recrutas ou policiais por números [Zero Dois, etc]. Um literal tapa na cara da mesmice cinematográfica brasileira, que reclama do tradicional esquema de distribuição dos “cinemas de shopping”. E lembrar que bons livros brasileiros também rendem nas telas.

Raras Oportunidades

outubro 21, 2007 - Leave a Response

_A quinzena, pra variar, foi complicada. Provas, trabalhos entregues em cima da hora, e mais trabalhos. Mesmo com duas semanas de folga [um feriado de quase 5 dias] e uma charneira, faltou tempo pra quem trabalha fazer os trabalhos do jeito certo. Tá bom, sobrou preguiça ou [ócio criativo] também… Mesmo assim, se prestarmos atenção às coisas ao redor, temos sempre uma boa oportunidade pra aprender algo que não está na grade disciplinar, e que os professores e colegas nos ensinam.

_De trás pra frente, nosso mestre em Filosofia nos presenteou com a análise de dois clássicos de Rosseau. Sua didática nos mostra que a filosofia é a arte de pensar, de criar conceitos. Aprender a pensar de forma crítica, isento de preconceitos e idéias pré-estabelecidas, ver o que não está à vista, no primeiro plano. Vai nos ajudar no processo  criativo e na análise dos problemas de um jeito diferente. Em duas oportunidades, pude exercer suas lições. A primeira, que posso compartilhar por aqui por ter sido um evento público, aconteceu no último sábado, na sala do CA. Tive a rara oportunidade de conhecer uma colega da sala, que me deu uma daquelas respostas diretas que faz a alegria da galera. Na verdade, tinha ficado contente com seu retorno, mas ajustando minha máquina fotográfica, não pensei muito na pergunta em si. E nem fiquei envergonhado, mas surpreso com a atitude, que mudou e muito o ponto de vista que cultivava desde então.

_Quando os professores compartilham de suas experiências, coloco em contextos que irão me ajudar fora da sala de aula, principalmente no meu trabalho — hoje nada a ver exatamente com desenho industrial —, sinto que todo o sacrifício vale a pena.

_Na véspera do feriado do dia 12, pude conhecer  um pouco da história de outra professora. Mesmo sem dar aula, pela evasão em massa devido ao feriado, sua vida profissional numa grande rede de lojas [fechada há mais de 10 anos] foi relatada com saudosismo que determina a importância de assumir certas funções com responsabilidade, mesmo quando não competem diretamente ao seu trabalho.

…quantas coisas para fazer!

outubro 2, 2007 - Leave a Response

_as fotos para o desenho do corpo humano em isométrica da semana que vem estão no flickr. Assim como as das últimas baladinhas…

_até quinta-feira as instruções para nossa viagem até Cascanéia devem ser rigorosamente lidas e seguidas. Sim, teremos que madrugar no domingo para aproveitar bem  nossa primeira viagem em turma. E esqueçam de mim por lá, pois não sei nadar… [hehehehe]

_ Sim, depois dos avisos de lazer, vamos ao que interessa….tem que entregar o Relatório para a aula de Metodologia de Projeto na sexta-feira, em folhas A4, formatado normalmente. Nada de figurinhas, nada de firulinhas, apenas o bom e velho conteúdo. Nem preciso dizer que não basta “copiar e colar”, porque os professores já conhecem o conteúdo.

_Para quinta, tem a cópia do Rosseau [já leram?] para Filosofia.

_ Vale lembrar que o semestre está acabando, e que já dá pra saber quem vai ficar em DP, seja por faltas, seja por médias abaixo de 7,0?

_Depois tem mais, desculpem o mau-humor…

Até Quando?

agosto 26, 2007 - Leave a Response

chega.jpg